sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Morte

Hoje de manha depois do acordar
Sonhei com os olhos abertos
E vi a morte se aproximar
Nunca senti-a tao perto

Silenciosamente ela olhou para mim
Ficou parada num canto, à observar
Em vez de ter medo senti dentro de mim
Que ela me consegui fascinar

Sem uso de palavras ela contou-me
A história que tinha de ouvir
Com a sua presencia aproximou-me
Daquilo que agora comeco a sentir

Nao sou eu mesmo, que tem de morrer
É aquele que estive no passado
O orgulhoso com a mente a correr
Que deixou os sentimentos ao lado

E muitas vezes ficou parado
E stagnado demais a pensar
Nao confiou que já tinha encontrado
Um pedaco daquilo que o fez procurar

E que este pedaco pediu a accao
Pediu a morte do frio pensar
E, sabendo que só com o poder do perdao
Conseguia de lá chegar

Enfrentei o caminho da morte
E deixei morrer com perdao
Estou farto de entregar-me a sorte
E sinto o destino na mao

Eu sou o pedreiro, tenho tudo na mao
Para construir o meu sonho a crescer
As ferramentas para aceitar a licao
E para esculpir o meu renascer

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